O teletrabalho e a exigência de alta produtividade passaram a fazer parte da rotina de muitos. Assim sendo, como é que o líder pode fazer a correta gestão emocional da equipa?

Vivemos um momento atípico e desafiador em que as relações profissionais e pessoais passaram a ser intermediadas pela tecnologia.
Para muitas empresas e profissionais a mudança brusca do ambiente físico para o virtual causou diversos desconfortos e, para alguns, uma sensação estranha perante os novos desafios. O novo desafio na gestão de equipas em teletrabalho parece ser a gestão emocional para o alcance das metas estabelecidas.
Os líderes bem preparados sabem que a motivação em teletrabalho, e também no trabalho presencial, é um processo interno. Este processo é individual, onde cada um vai agir e reagir da forma mais pessoal possível. Desta forma, ao distribuir as tarefas, o líder deve ter pleno conhecimento das potencialidades dos colaboradores da sua equipa. O teletrabalho, principalmente para os que não estão muito habituados a ele, pode trazer a sensação de que não está a ser produtivo o suficiente. Aqueles colaboradores mais ansiosos podem cair na cilada de pensar que trabalho em excesso é produtividade.
Não se esqueça: não somos máquinas!
Temos limitações físicas e emocionais que podem colocar a saúde em risco.
A prática de exercício físico pode ajudar. O corpo fica mais saudável por meio de libertação de diferentes substâncias, como a endorfina - hormona responsável pelo bem-estar. Para além disso verifica-se a melhoria no sentido de humor, aumentando a autoconfiança e concentração.
Drª Sofia de Matos Silva, Neuropsicóloga SH2Me Medicina Integrativa
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